- O dinamismo comercial sentido na Europa a partir do século XII, foi estabelecido com base em três áreas de confluência de rotas marítimas, terrestres e fluviais: Itália, Flandres e Báltico;
- Itália: Formaram-se cidades poderosas e independentes que mantinham o comércio com o Oriente, mesmo durante as invasões, o que permitiu o enriquecimento dos seus mercadores.
- Veneza, Génova e Florença eram entrepostos comerciais de rotas marítimas e terrestres que faziam chegar ao Norte da Europa e à Flandres produtos orientais como sedas, jóias e especiarias.
- Flandres: Grande centro de comércio dos produtos vindos das cidades italianas e dos que vinham da zona do mar Báltico e do Sul europeu;
- Rotas do vinho, sal, peixe seco, madeira, cereais, especiarias, sedas, peles e outros produzidos pelos próprios Flamengos, como os tapetes, os tecidos, lã e as rendas;
- Norte da Europa: Importante pólo de trocas comerciais, formação de associações, entre elas a Hansa ou Liga Hanseática, que compreendia Lubeque, Hamburgo e Colónia;
- Com todo este dinamismo comercial surgiram novas actividades, como a dos cambistas e a dos banqueiros. No século XIII, passaram a usar letras de câmbio, semelhantes a cheques que permitiam levantar num outro país e noutra moeda a importância registada no documento.
Bibliografia: Cyrne, Joana e Henriques, Marília - Cadernos de História 7 - Partes 3 e 4, Areal Editores
1 comentário:
e os meios de comunicação?
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