Notes on Medieval History and Others

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Parte 15 – II : Lisboa e o Comércio Externo Português

  • O comércio português aumentou consideravelmente com o fim da Reconquista cristã
  • No séc. XIII, já existiam mercadores portugueses com negócios na Flandres, Inglaterra e França;
  • Para incentivar o comércio, os reis portugueses entre os séculos XIII e  XIV, tomaram várias iniciativas, entre as quais:

  1. Concessão de cartas de feira;
  2. Organização da defesa costeira;
  3. Apoio ao crescimento da marinha mercante;
  4. Criação da Bolsa de Mercadores, com o objectivo de proteger os comerciantes em caso de acidente e perda das mercadorias;
  5. Celebração de acordos comerciais com a Inglaterra;
  6. Fundação da Companhia das Naus, espécie de seguradora marítima;
  7. Criação de uma feitoria em Bruges na Flandres (representação comercial de um país no estrangeiro);

  • No século XIII, Lisboa passa a ser escala de uma importante rota marítima, destinada à Flandres e à Liga Hanseática;
  • Esta rota traz a Lisboa mercadores estrangeiros, atraídos pelos produtos vindos do Oriente; Alguns deles estabeleceram-se na capital, contribuindo para o seu desenvolvimento;
  • Foram introduzidos então em Portugal o câmbio de moedas e os novos meios de pagamento;
  • Portugal exportava azeite, sal, cortiça e frutos secos; Importava tecidos, madeiras, armas, metais e cereais;
  • Lisboa torna-se assim já no final do século XIII, o centro da vida económica, política e social do país.


Bibliografia: Cyrne, Joana e Henriques, Marília - Cadernos de História 7 - Partes 3 e 4, Areal Editores

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