- Não era muito apreciadas nas classes superiores;
- O povo fazia basto uso das couves (couve comum, couve-flor, couve murciana, couve tronchuda);
- Feijões e favas (muito usados no mundo islâmico);
- Ervilhas, lentilhas, grãos de bico, pícaros (sucedâneos ou complementos do pão);
- Quando escasseavam os cereais no reino (frequente em meados do séc. XIV), importavam--se favas (moídas para fazer farinha ou cozinhadas) do estrangeiro para ocorrer à penúria;
- No interior, beirões e transmontanos tinham castanha e durante metade do ano comiam-na em vez de pão;
- Cogumelos,cenouras, nabos, espargos, brócolos, alfaces, pepinos, rabanetes, rábanos e outros produtos hortícolas consumiam-se da mesma forma;
- Já se fazia “tempura”: Carne, peixe e verduras passados em massa fina de farinha e água e fritos.
- Culinária requintada nas casas ricas: ervas de cheiro (coentros, salsa, hortelã) e sumos (limão e agraço), vinagre, cebola e pinhões;
- Refogado de cebola e azeite;
- Séc. XII a XV: Diversas especiarias eram conhecidas e aplicadas - Importadas do Oriente;
- Consumo de algumas drogas na casa real desde fins do séc. XII;
- Açúcar com as variedades açúcar rosado e açúcar de Alexandria: Valia 50 x mais o preço do mel!
- Comprava-se pimenta (muito usada, mas rara), gengibre e outras especiarias difíceis de identificar hoje;
- Usava-se muito azeite e manteiga, toucinho e banha e em certos casos gordura de vaca;
- Sal - Tempero básico e essencial à conservação de alimentos;
- Jardim era parte obrigatória da cozinha: plantavam-se ervas aromáticas, etc.
Bibliografia: Marques, A.H. de Oliveira - A Sociedade Medieval Portuguesa, Sá da Costa Editora; Seidak, Sara – A alimentação e a culinária medieval – workshop Óbidos, 2 de Maio de 2010, in site do Mercado Medieval de Óbidos.
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