- Bancal ou Mantel - Espécie de alcatifa que se colocava sobre a toalha e a cobrir os bancos;
- Cada iguaria ou vinho era precedida de criados em procissão, empunhando tochas, sob a chefia de um porteiro;
- Hábito de lavar as mãos: servidores traziam justas ou gomis, de prata ou outro metal e bacias grandes, com água simples, de rosas ou com outro perfume;
- Limpavam-se as mãos a napeiras ou toalhas mais pequenas;
- Sob a mesa dispunham-se peças de ourivesaria, com fins decorativos e utilitários;
- Manjares trazidos dentro de terrinas ou bacias;
- Superstição: emprego de curiosas alfaias destinadas a detectar os alimentos impuros: chifres de unicórnio, lingueiros, pedras raras (acreditava-se que em contacto com alimentos impuros estes talismãs mudariam de cor, manchar-se-iam ou começariam a sangrar);
- Não se usavam pratos, mas grandes metades de pão - Mais tarde substituídas pelo talhador de madeira;
- Escudelas de madeira ou de prata: para a sopa e alimentos líquidos (de madeira chamavam-se tigelas);
- Mais tarde serviriam para alimentos sólidos;
- Cada escudela ou talhador servia dois convivas, sentados lado a lado;
- Conheciam-se mas usavam-se pouco as colheres;
- Não havia garfo, comia-se com as mãos;
- Faca era o instrumento por excelência - Eram as próprias pessoas que levavam a faca de que se iriam servir. Depois de comer limpavam o objecto à toalha ou aos toalhetes;
- Vasos: Copos maiores e mais pesados que os de hoje;
- Grais e Tagras: vasos maiores;
- Copas: para servir líquidos quentes, tapadas por sobrecopas;
- Púcaras e Pucarinhas de barro, eram munidas de asas;
Notes on Medieval History and Others
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Capítulo I - Alimentação: 4ª e última parte
A Mesa
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